A crescente necessidade de diversificação da matriz elétrica brasileira, a preocupação com a preservação do meio ambiente, a crescente dos custos de produção da energia pelas concessionárias, associado com o aumento na demanda por energia, impulsionou a geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, como a fonte solar.

As fontes renováveis, embora inicialmente mais caras, tornam-se mais competitivas na medida em que se expandem, como é o caso da energia solar que teve mais um ano de crescimento impressionante, e hoje possui um tempo de retorno do investimento inferior há 5 anos. O Brasil é um dos países com maior potencial de geração de energia solar do mundo, e a Bahia contém a região de maior índice de insolação do país.

O governo brasileiro vem estudando formas de impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, criando linhas de financiamento e isenção de impostos, conforme afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. O Brasil deve integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar em 2018, segundo o boletim “Energia Solar no Brasil e no Mundo – Ano de Referência – 2015”, publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). China, Estados Unidos e Alemanha são os países que têm mais potência instalada atualmente, segundo o Portal Brasil, do Governo Federal.

resolução 482 da ANEEL de 2012, foi o marco regulatório que permitiu aos consumidores realizar a troca da energia gerada com a da rede elétrica, criando as regras e o sistema que compensa o consumidor pela energia elétrica injetada na rede. O sistema de energia solar funciona como um sistema de crédito e débito. Se a pessoa produzir mais energia do que consumir, essa energia vai para a rede da concessionária gerando créditos que poderão serem usados num prazo de até 60 meses, ou podem ser compensados em contas de outros imóveis de mesma titularidade (mesmo CNPJ ou CPF) e que sejam atendidos pela mesma concessionária.

Uma das vantagens que atraiu o engenheiro Uallace Xavier foi a baixa manutenção do sistema solar. “Ela é quase inexistente e em apenas alguns casos é preciso uma limpeza simples com água e sabão”, ressalta o engenheiro que ainda fala sobre outra vantagem. “É possível verificar a produção de energia do imóvel no computador, smartphone ou tablet, através de um sistema de monitoramento remoto. O sistema mostra quanto foi produzido no dia, no mês, no ano, além de saber quanto o local deixou de emitir de CO2”.

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